Os números não mentem: os seis CAPS gerais atendem, em média, 16,5 mil pessoas por mês, enquanto os sete CAPS AD somam 8,5 mil atendimentos e os dois CAPS infantis chegam a 6,5 mil. Esses dados mostram uma demanda imensa, que infelizmente não é acompanhada por uma estrutura à altura.
Os CAPS enfrentam filas de espera, dificuldade na marcação de consultas e falta de médicos, reflexos diretos de cortes no orçamento. Entre 2018 e 2024, houve uma redução de 31% na Lei Orçamentária destinada à ampliação e reforma da rede psicossocial. Além disso, de 2018 a 2022, 0,0% dos recursos previstos para implantar novos pontos de atenção foram executados.
Na construção do orçamento de 2024, propus a inclusão de um novo CAPS infantil, buscando garantir atendimento digno às crianças e suas famílias.
Seguimos na luta para transformar esses números em avanços reais. Só com compromisso e mobilização vamos assegurar os direitos de quem depende desses serviços essenciais!
OS CAPS PRECISAM DE PRIORIDADE!
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